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Técnica em enfermagem rebate advogado e diz que não sabia a identidade da mulher que fugiu do HR

Weslaine Amorim disse que as postagens feitas no Facebook não tem o nome da paciente.


Weslaine Amorim - Foto: Reprodução/Rede Social

Tendo o nome envolvida em uma polêmica através de uma matéria publicada por um site de Vilhena na tarde desta quinta-feira (14), a técnica em enfermagem Weslaine Amorim em contato com o Correio Rondoniense negou que soubesse a identidade da mulher, com suspeita de covid-19 (resultado do exame deu positivo), que supostamente teria fugido do Hospital Regional (HR) no último dia 08 de maio.


A mulher de 39 anos teve a prisão domiciliar decretada pela justiça, a pedido da Polícia Civil, e cumprida por volta das 12h desta quinta-feira (14). O problema que o esposo da mulher é o conhecido advogado Carlos França que concedeu entrevista ao site Folha do Sul Online, acusando a técnica em enfermagem Weslaine Amorim de ter dado notoriedade ao caso, segundo causídico, se valendo de informações privilegiadas para divulgar o fato nas rede sociais, o que teria provocado a exposição como consequência humilhação dele e da esposa.


Procurada pela reportagem do Correio Rondoniense, Weslaine Amorim negou as acusações de França e disse que apenas ficou sabendo que uma mulher havia fugido do HR, mas não tinha conhecimento da identidade da paciente.


Weslaine afirmou ainda que se fosse com um parente dela teria agido da mesma forma, já que também se considera do grupo de risco. "Poderia ser a minha mãe que tivesse fugido, estaria agido do mesmo forma. Porque eu tenho na minha casa uma criança de 2 anos com IGA (Deficiência seletiva de imunoglobulina) e tem meu marido que é asmático crônico que também faz parte do grupo de risco. Eu como profissional de saúde estaria sendo omissa se compactuasse com isso (a fuga),'' relatou.


A técnica em enfermagem ainda garantiu, que em nenhuma postagem que fez referente ao caso no Facebook tem o nome da paciente. E diz não entender o porque o advogado a acusa e que não fez uso de nenhuma informação privilegiada, já que os dados dos pacientes são sigilosos.


O advogado negou a suposta fuga da esposa do Hospital Regional de Vilhena, disse que a ela saiu por vontade própria por estar passando por um momento emocional delicado por conta da morte do pai.


Fonte: Correio Rondoniense

Texto: Renato Barros

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