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Procon investiga prática de preços abusivos em Vilhena, 10 empresas foram notificadas

Estão sendo fiscalizados mercados, distribuidoras e farmácias.


As recorrentes reclamações de consumidores com relação a preços, em tese, abusivos que estão sendo praticados por empresas de Vilhena acendeu o sinal de alerta do Procon. Muitas pessoas tem usado rede sociais para expressar a indignação com aumento de preços de itens que compõem a cesta básica e produtos como álcool em gel e mascaras, nesse período de pandemia.



Justamente para coibir que empresas aumente os preços deliberadamente, alegando que estão sendo afetadas pela pandemia do novo coronavírus, o Procon de Vilhena tem fiscalizado mercados, distribuidoras e farmácias.


A gerente regional do Procon, Kátia Lousada, confirma que desde o dia 23 de março vem notificando empresas que terão que apresentar notas fiscais de entrada e saída para verificar se houve aumento abusivo.


Ainda de acordo com Kátia Louzada, configurara-se prática abusiva de preços quando o produto vendido pertence a um lote já adquirido antes da pandemia. "Vamos supor, se no comércio tinha um óleo em estoque que custava R$ 3,50 e esse mesmo óleo aumentou para R$ 5,00, aí sim se caracteriza abusividade", explicou a gerente do Procon.


Comércio que fez uma nova compra, para repor o estoque, e que por ventura tenha sido comprado com um preço maior que o anterior, é normal que essa diferença seja passada ao consumidor.


Nesse período de fiscalização pelo menos dez mercados entre atacadista e varejistas foram notificados e tem um prazo de 10 dias para se manifestarem.


Texto: Renato Barros

Foto: Ilustrativa

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