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Mulher denuncia na Unisp suposta tortura praticada por policiais militares em Vilhena

A vítima identificada pelas inicias A.M.C.S., de 51 anos, procurou a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de Vilhena, para denunciar agressões supostamente praticadas por policiais militares em Vilhena. De acordo com relatos da mulher, ela teria levado tapas no rosto e murros na cabeça.


Conforme narrado pela suposta vítima, na Unisp, ela é moradora do Conjunto Habitacional União e na manhã desta terça-feira (16) estava em casa quando dois policiais, sendo um homem e uma mulher, chegaram e sem mandato, com armas em punho, entraram em sua residencia à procura de drogas e armas.


A mulher informou que no momento em que eles chegaram, estava de roupas íntimas e foi retirada do interior da residência e os polícias fizeram revista nela, como não encontraram nada a levaram para o interior da casa e passaram lhe agredir.


Conforme os relatos, os policiais teriam questionado se no local havia drogas e armas e como ela negou, eles teriam desferido socos na cabeça e tapa no rosto dela. A mulher, disse ainda que em decorrência das agressões teria desmaiado.


O Boletim de Ocorrência, que está disponível para a impressa, foi registrado como abuso de autoridade, tortura e lesão corporal. A vítima disse que não tinha condições de reconhecer os policiais que lhe agrediram.


NOTA DA PM


O setor de Comunicação do 3º BPM informou que aguarda o inquérito da Polícia Civil, a respeito da denúncia, ser remetido ao Batalhão para averiguar a veracidade do fato e tomar medidas pertinentes ao caso. Contudo, a reportagem do Correio Rondoniense foi informada que todas as viaturas da PM são monitoradas via satélite e que no dia e hora, que a suposta vítima alega ter sido agredida, a Polícia Militar não atendeu a nenhuma ocorrência no bairro onde mora a mulher.


O setor de comunicação informou ainda, que as abordagens são filmadas por meio de câmeras acopladas aos coletes usados pelos polícias militares. Ressaltou que há ferramentas para apurar se alguma viatura esteve na casa da mulher.


*Matéria atualizada às 11h28


Autor: Da Redação

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