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Captura de pombos colabora para saúde de vilhenenses e limpa espaços durante pandemia

Feiras livres e antigo Verdurão recebem trabalho.

Durante este período de pandemia da covid-19, o cuidado com a Saúde envolve também outras ações no município, como a captura de pombos realizada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma). A ação evita a proliferação de doenças transmitidas pelas aves, bem como garante a limpeza de espaços públicos da Prefeitura. Contando agora com dois gaviões, a iniciativa beneficia neste início de 2020 o barracão da feira do Centro e também o prédio do antigo Verdurão. “Nestes últimos dias capturamos cerca de 200 pombos na cidade. Na feira do centro um bando de 30 aves estava atrapalhando o dia-a-dia dos feirantes e dos clientes, sujando o barracão e trazendo mau cheiro. Vamos voltar lá uma vez por semana para manter o controle do espaço”, explica a secretária municipal de Meio Ambiente, Marcela Almeida.

De acordo com o assessor Thiago Baldine, responsável por executar a ação com os gaviões, a iniciativa permitirá a reabertura do antigo Verdurão, em breve. “Iniciamos há quase dois meses o trabalho no prédio do antigo Verdurão. No local capturamos mais de 150 pombos. A previsão é que o serviço termine agora em maio, livrando o espaço de um problema de vários anos, visto que o prédio estava parado. Já em reforma o local deve reabrir em breve, segundo a Secretaria Municipal de Agricultura”, revela. CASAL DE GAVIÕES - Thiago explica que agora, com duas aves, um casal, o trabalho pode ser desenvolvido com mais rapidez. Antes disso, porém, as aves de rapina passam por treinamento antes de entrarem em ação. A preparação envolve ensinar ao animal atacar alvos iluminados por lanternas dos instrutores, retornar à mão e também capturar as presas com velocidade. Capturados, os pombos são levados para análise com um profissional, que sugere ou não a eutanásia, uma forma de proporcionar morte sem sofrimento. Quando algum equipamento público estiver com problemas causados por animais que pertencem à fauna sinantrópica nociva, ou seja, que podem transmitir doenças, o trabalho com as aves de rapina ajuda a eliminar a ameaça. No caso dos pombos, eles podem transmitir mais de 50 doenças para os humanos, como a grave meningite fúngica. Fonte: Semcom

Fotos: Divulgação/Semcom

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