• Renato Barros

Auxílio que excluí agentes de saúde, que trabalham no combate à covid-19, é aprovado

A 10º Sessão Extraordinária foi realizada na manhã desta terça-feira (30).

O projeto de Lei 5.896/2020 de autoria da Prefeitura de Vilhena beneficia servidores da saúde que cumprem plantão na Central de Atendimento à Covid-19; entre médicos, enfermeiros e auxiliar de enfermagem.


O ponto do projeto que foi motivo de controvérsia, é justamente a exclusão dos servidores das Unidades Básicas e de agentes de saúde que estão trabalhando nas barreiras, montadas na entrada da cidade.


Alguns vereadores usaram a palavra para destacar, que o projeto foi aprovado, porque beneficia servidores que realmente estão no combate à pandemia na Central de Atendimento à Covid-19, no entanto, os profissionais deixados de fora, que também estão na linha de frente no combate ao vírus, deveriam ter sido contemplados.


Havia a expectativa de aprovação da PL 5.900/2020 que altera parte da Lei 5.285 que trata das medidas de enfrentamento ao coronavírus.


Pelo texto enviado á Casa de Leis, o poder executivo mudaria o artigo que trata a respeito do lockdown, que atualmente pode acontecer caso a ocupação dos leitos da Central de Atendimento à Covid-19 chegue a 80%. No novo texto o fechamento total, dos comércios não essencial, ocorreria se os leitos da UTI destinados a pacientes com coronavírus chegue a 80%.


Conforme o último boletim divulgado pela prefeitura nesta segunda-feira (29), a taxa de ocupação dos leitos está em 36%, já a ocupação da UTI está em 50%. Se a Câmara de Vereadores tivesse aprovado a mudança hoje, o município de Vilhena estaria perto de um lockdown.

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